parece-me que pertenço ao movimento das forças que admiram a interrogação, o processo de busca e o sentido da(s) resposta(s), então vamos lá:
"Para esta semana, uma inquietação complexa, (re)vestida com uma pergunta ramificada, como uma árvore de ramos múltiplos e folhas persistentes: O Espaço Público distingue-se do Privado. Um é de todos, o outro é de cada um. Onde termina um e onde começa o outro? O que é o espaço público? De quem são os Espaços Públicos? As ruas, os Edifícios, os Jardins, pertencem a quem?
Porque não estão melhor cuidados?
Que podemos fazer para que esses espaços sejam tratados como a nossa própria casa? Que podemos fazer para que esses espaços sejam tratados como a nossa própria casa?"
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Acho que faz falta um movimento para co-mover as pessoas a amar o território público, só assim lhe deixarão de cuspir em cima, degradá-lo com mamarrachos, utilizar a rua como wc para o cão. As pessoas só se comovem com liderança. O olhar puro, a beleza de uma planta comovem. Isto pressupõe uma sociedade mais lídima nos seus gestos - mais solidária na economia, mais cúmplice nas empresas, mais nobre nos ideais da educação dos seus jovens. Por cá, ainda leva tempo, parece, devido à ansiedade geral posta na economia quantitativa que sobrevalorizamos como nação, em relação à experiência qualitativa de desenvolvimento de estados superiores de consciência (eduardo).